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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

SEQUESTRO DIGITAL - COMO SE PROTEGER

Quanto você pagaria se alguém sequestrasse seus arquivos de computador e exigisse uma taxa para devolvê-los em segurança?

Um software malicioso conhecido como CryptoLocker, está infectando computadores através de anexos em e-mails que bloqueiam os arquivos do computador usando uma criptografia de alto nível. O CryptoLocker também é conhecido como RANSOMWARE.


O que é RANSOMWARE
O Ransomware é uma espécie de malware (software mal-intencionado) que os criminosos instalam em seu computador sem seu consentimento.
O Ransomware dá aos criminosos a possibilidade de bloquear seu computador de um local remoto. Depois, ele apresenta uma janela pop-up com um aviso de que seu computador está bloqueado e você não poderá acessá-lo, a menos que pague "o resgate".


Como os criminosos instalam o RANSOMWARE?
O Ransomware geralmente é instalado quando você abre um anexo em uma mensagem de e-mail ou quando clica em um link em uma mensagem de e-mail, mensagem instantânea, site de rede social ou qualquer outro website.

Como se Proteger seus Arquivos?
De olho no crescimento desse malware, a ARBIDSOFTS, fornecedora de soluções de segurança da informação, dá dicas sobre medidas que podem ser colocadas em prática para não se tornarem a próxima vítima de um RANSOMWARE.

1. Fazer backup periódico dos dados
O backup (cópia de segurança) é um procedimento que deve ser realizado diariamente. Realizando o backup não será um grande problema perder as informações da seu computador local.

2. Mostrar as extensões ocultas dos arquivos
É comum o malware apresentar um arquivo com dupla extensão, como “PDF.EXE”. Portanto, a função para ocultar as extensões dos tipos de arquivo deve estar ativada, o que ajuda a detectar suspeitos.

3. Filtrar os arquivos .EXE de correio eletrônico
Se o seu sistema tem uma ferramenta que permite filtrar anexos por extensão, é útil configurá-lo para rejeitar e-mails que tenham arquivos "EXE" ou extensão dupla.

4. Desativar RDP
O malware acessa as máquinas mediante o Protocolo de Escritório Remoto (RDP, em inglês), unidade do sistema operacional que permite o acesso a máquinas de um escritório de forma remota. Se não for preciso usar o protocolo RDP, é importante desabilitá-lo para proteger seu computador de uma ataque remoto.

5. Mantenha o software do equipamento sempre atualizado
Atualizar o software com frequência reduz significativamente a possibilidade de se tornar vítima de um ransomware, bem como de outras ameaças.

6. Use um software de segurança confiável
Tenha um software antimalware e um firewall que ajudem a identificar ameaças ou comportamento suspeito e o configure com senha, já que uma das ações do malware antes de infectar o equipamento é desabilitar o software de segurança. Além disso, os cibercriminosos frequentemente lançam novas variáveis para evitar a detecção, por isso é importante ter as duas camadas de proteção.

7. Desligue o WiFi ou remova o cabo de energia imediatamente
Se um arquivo que pode ser um ransomware é executado, mas a exibição característica de resgate de equipamentos não é exibida, você pode parar a comunicação com o servidor C&C (Comando e Controle) antes de terminar a criptografia dos arquivos por desligar o acesso a internet, desligando o WiFi ou desconectando o cabo de rede, também é importante desligar o computador imediatamente direto pelo cabo de energia.

Essas são apenas algumas dicas de segurança, se sua empresa precisar de uma solução mais eficiente entre em contato com a ARBIDSOFTS e solicite uma análise completa.  

segunda-feira, 23 de maio de 2016

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domingo, 13 de dezembro de 2015

Alterando Senha do MySQL no Servidor Zentyal

ALTERANDO A SENHA DO MYSQL NO SERVIDOR ZENTYAL 4.0 (UBUNTU 14.04 LTS)

Ao instalar o servidor Zentyal ele vem com uma senha no MYSQL e para alterar essa senha, devemos seguir os passos abaixo:

Primeiro edite o arquivo "my.cnf" que se encontra na pasta "/etc/mysql"

vi /etc/mysql/my.cnf

ou

vim /etc/mysql/my.cnf

Localize a seção [mysqld] e adicione o comando "skip-grant-tables"

[mysqld]
#
# * Basic Settings
#
skip-grant-tables

Saia e salve o arquivo e reinicie o servidor.

Agora o MYSQL está pronto para ser editado e alterar a senha do root

Digite os comandos abaixo:

mysql -u root -p
Enter password: # apenas digite
Welcome to the MySQL monitor.  Commands end with ; or \g.
Your MySQL connection id is 51
Server version: 5.5.40-0ubuntu0.14.04.1 (Ubuntu)

Copyright (c) 2000, 2014, Oracle and/or its affiliates. All rights reserved.

Oracle is a registered trademark of Oracle Corporation and/or its
affiliates. Other names may be trademarks of their respective
owners.

Type 'help;' or '\h' for help. Type '\c' to clear the current input statement.

mysql>use mysql;
mysql>update user set password=PASSWORD("nova senha") where User='root';
mysql>flush privileges;
mysql>quit

** ATENÇÃO: Lembre-se que o MySQL é case sensitive, ou seja, faz diferença entre Maiúscula e Minúscula. Assim, preste atenção na digitação dos comandos e digite exatamente como está no tutorial, incluindo as aspas duplas "" e aspas simples ' ' e os parênteses.

Agora edite novamente o arquivo 'my.cnf' e retire a linha 'skip-grant-tables' da seção [mysqld]. Saia e salve o arquivo. Reinicie o servidor.

Pronto seu MYSQL está com a senha alterada.


Do Autor

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Qual é o melhor software gráfico?


CorelDraw? Illustrator? Photoshop?Afinal, qual é o melhor software gráfico?
Quem trabalha na área de design e comunicação visual já está acostumado com a velha disputa entre as empresas CorelDraw Graphics Suite e Adobe Systems. Alguns defendem o CorelDraw com unhas e dentes, já outros não querem ver o programa nem pintado de ouro.
O uso desses softwares é feito por profissionais da área e não são aconselhados para iniciantes. Vamos listar alguns programas que podem ser utilizados e outros que não devemos utilizar na criação de um layout.
Primeiro os programas que NÃO devemos utilizar:
Microsoft Word: Primeiramente, este software é um editor de texto, portanto, não é indicado para criação de um layout. Mesmo que você seja um “expert” no Word, terá muito mais trabalho para criar suas artes e terá mais trabalho ainda para finalizar esse layout. Arquivos com extensão “.docx” não são aceitos nas gráficas, então, utilize o Word apenas para escrever seus textos.
Microsoft PowerPoint: É o programa favorito do leigo para a criação de um layout, mas não é recomendável e vamos explicar o motivo.
Quando a arte é criada nesse programa, o cliente espera que a impressão final seja fiel ao layout desenvolvido (incluindo cores, fontes, diagramação) e não é bem assim que funciona. A questão é que o arquivo PPS, ou seja, nativo do PowerPoint, não pode ser usado pelos softwares de impressão em grande formato (RIPs) e só pode ser exportado para JPG em resolução de tela, o que impossibilita a ampliação com qualidade. Em outras palavras, o PowerPoint foi desenvolvido para a tela de um computador ou para apresentações num retroprojetor, e não para ser impresso. As impressões gráficas são feitas no padrão CMYK e não em RGB como é o caso dos layouts criados por esse programa. Portanto, não tente criar suas artes no PP.
Lista dos programas alternativos e simples de utilizar:
Just Banners: Como o próprio nome já diz é um software voltado para a criação de banners, tanto para web, quanto para impressão numa gráfica. Ele possibilita a criação de imagens em grandes formatos. É importante ressaltar que está disponível apenas para plataforma Windows e é shareware, ou seja, com limitações por ser gratuito e com tempo de uso.
Easy Desktop Publisher: Outro software simples de se trabalhar, permite criar todos os tipos de layouts e ainda conta com um banco de imagens prontas. A exemplo do Just Banner, também é shareware e está disponível apenas para plataforma Windows.
Swift Publisher: Um software bem simples de entender, foi desenvolvido para leigos no assunto e conta com diversos templates, imagens, clipes e modelos prontos. Permite que o usuário publique o arquivo em vários formatos, inclusive em PDF.
Programas profissionais
CorelDraw: É um dos softwares mais utilizados por designers de todo o mundo. Pertence a empresa canadense Corel e está na versão X7. O CorelDraw possibilita a criação de layouts profissionais, edição de imagem (através do Corel Photo-PAINT) e tecnicamente tem um custo baixo (Comparado com outros softwares pagos).
Apesar de ser muito utilizado, de ser atualizado anualmente, é um programa com diversos problemas de desenvolvimento. São os famosos “bugs”, como são conhecidos os erros de software. Na prática, o programa costuma “fechar sozinho”, trava quando está salvando, as vezes você salva e o arquivo “corrompe”, fora os problemas de publicação do PDF.
Mas calma, apesar de dar esses “paus”, é um ótimo programa para trabalhar e com o passar do tempo, você vai pegando os “macetes”.
Adobe Systems: É o “desejo de consumo” de todos os designers. Nos cursos de design, os futuros profissionais aprendem a desenvolver seus layouts através dos programas da ADOBE, talvez por isso, seja o desejo de todos.
Gráficas grandes e gráficas rápidas utilizam pouco o pacote adobe, as vezes se limitam apenas na utilização do famoso Photoshop para edição de imagens.
O pacote ADOBE é muito utilizado por agências de publicidade, que consideram o Photoshop, Illustrator e InDesign, os melhores e mais profissionais programas gráficos do mundo. Realmente são muito bons, mas não são fáceis de aprender, além do custo ser alto.
Portanto, se pensa em utilizar esses programas, faça o curso numa boa escola, dedique-se nas aulas e pratique muito. A prática levará a perfeição!

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Conheça os Tipos de Papel


Na última postagem contamos a história do papel, como ele foi criado e suas evoluções. Complementando a informação, falaremos dos tipos de papéis.
Eles são importantes, pois antes de desenvolver o layout você já precisa saber em qual papel pretende imprimir, até para saber quanto vai gastar e direcionar o designer para que ele possa pensar na melhor forma de criar a arte.
Citaremos algumas categorias de papéis e explicaremos cada uma delas, começando pelo:
Papel Autocopiativo
Os papéis autocopiativos, também conhecidos como Não-Carbono, são papéis alternativos ao uso do papel carbono, com ele é possível obter numa única impressão várias cópias do mesmo documento impresso, sem fazer uso do papel carbono.
O papel autocopiativo é um tipo de papel especial, de alto valor agregado, que consiste basicamente de um papel convencional que recebe um tratamento superficial de agentes químicos especiais que quando entram em contato físico direto desenvolvem reação formadora de imagem.
Um dos agentes formadores de imagem, no papel autocopiativo, se apresenta na forma líquida e fica aprisionado em microcápsulas que se rompem pela força do impacto de uma impressora matricial (fita), o outro agente participante da reação que forma imagem se apresenta na forma sólida. Quando há o rompimento das microcápsulas os dois componentes se misturam, reagem e dão origem a imagem.
Tipo de Impressão: Offset, flexografia e tipografia respeitando-se as recomendações técnicas para impressão.
Utilização: É a folha superior ou o original do formulário multi-vias. Utilizado em formulários e impressos multi-vias sistema de cópia por transferência química em geral.
Papel Adesivo
O papel auto-adesivo apresenta um enorme potencial como material promocional como, por exemplo, na divulgação de campanhas, brindes, encartes, etc. Além disso, o papel auto-adesivo é largamente utilizado para decorar embalagens, identificar produtos e suportar campanhas promocionais.
A grande demanda por diferenciação faz com que o uso do papel auto-adesivo seja explorado cada vez mais pelas oportunidades de inovação e atratividade que rótulos e etiquetas trazem para as embalagens, produtos e campanhas publicitárias.
Papel Couchê
Papel couchê, com uma ou ambas as faces recobertas por uma fina camada de substâncias minerais, que lhe dão aspecto cerrado e brilhante, e muito próprio para a impressão de imagens a meio-tom, e em especial de retículas finas.
O papel couchê é um tipo de papel especial, próprio para uso na indústria gráfica. Consiste basicamente de um papel base (offset), que recebe uma camada de revestimento: carbonato de cálcio, caulim, látex e outros aditivos, com a finalidade de tornar a sua superfície muito lisa, uniforme. Conseqüentemente é o papel de melhor qualidade de impressão. O papel couchê é muito usado na impressão de folhetos, revistas, cartazes, livros de arte e outros impressos que exijam boa reprodução de retículas e traços.
COUCHÊ L2 – Papel com revestimento Couchê Brilhante nos dois lados. Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos e encartes.
COUCHÊ FOSCO – Papel com revestimento Couchê Fosco nos dois lados. Suas aplicações são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte.
Papel Cartão Duplex
Ideal para acoplamento, corte, vinco, cartuchos, e policromia nos segmentos de alimentos, medicamentos, eletroeletrônicos, eletromecânicos, brinquedos, calçados, bebidas, informática, entre outros.
Papel Cartão Triplex
Papel cartão triplex é destinado a cartões de visita, calendários, postais e etc.
Ele é confeccionado com duas camadas de celulose branca, miolo de celulose pré-branqueada e cobertura couchê em um dos lados. Possui maior resistência, melhor aparência e possibilidade de impressão em ambos os lados.
Utilizado em trabalhos gráficos em geral como embalagens, capa de livros, embalagens para produtos alimentícios, cosméticos, impressos publicitários, produtos que exijam envase automáticos, pastas, tags, setor de publicidade, catálogos, brinquedos, tabuleiros, e uma infinidade de produtos no setor de papéis com trabalhos de impressão de ótima qualidade.
Papel Offset
O Papel Offset é um papel fabricado com características próprias para a impressão offset como elevada resistência na superfície e resistência contra deformações.
Ele é fabricado com celulose branqueada, bem colado, carga mineral entre 10 a 15% de cinzas, normalmente com colagem superficial a base de amido, usado principalmente para serviços de impressão pelo processo offset, para revistas, livros, folhetos, cartazes, selos, etc.
Papel Jornal
O papel jornal é um produto á base de pasta mecânica de alto rendimento, com opacidade e alvuras adequadas. É fabricado em rolos para prensas rotativas, ou em folhas lisas para a impressão comum em prensas planas.
A superfície do papel jornal pode, ainda, variar de ásperas, alisada e acetinada. Suas aplicações são em tiragens de jornais, folhetos, livros, revistas, material promocional, blocos e talões em geral.
Perceberam como cada categoria tem sua característica própria? Por isso é importante entender todos os tipos de papéis e analisar bem em qual você pretende imprimir o seu produto.
Fonte: WG Papéis

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A Origem do Papel


O que seria dos impressos gráficos sem o papel? Já imaginaram isso? Iremos falar um pouco sobe a história do papel, sua evolução e algumas curiosidades.
Breve história:
Primeiramente, a fato de curiosidade, a palavra PAPEL vem do latim PAPYRUS e faz referência justamente ao papiro, uma planta que cresce as margens do rio Nilo no Egito, da qual se extraia fibras para a fabricação de cordas, barcos e folhas feitas de papiro para a escrita. Antes de surgir o papel que conhecemos hoje, as palavras eram escritas em tabuletas de pedras ou argila e posteriormente surgiram os pergaminhos, que eram feitos de couro curtido de bovinos, bem mais resistentes. Foi ai que, finalmente, os Chineses (sempre eles) inventaram o papel, 105 anos Depois de Cristo (D.C). T’sai Lun fez uma mistura umedecida de casca de amoreira, cânhamo, restos de roupas, e outros produtos que contivessem fonte de fibras vegetais.
Modo de Preparo (papel):
T’sai Lun bateu a massa (citada acima) até formar uma pasta, depois disso ele peneirou essa mistura e obteve uma fina camada que foi deixada para secar ao sol. Depois que secou, a folha de papel estava pronta! Como o mercado de papel estava se tornando bastante lucrativo, o nosso amigo chinês foi egoísta e não divulgou a fórmula para ninguém. Somente 500 anos depois (isso mesmo) a fórmula começou a se espalhar e países como: Japão, Arábia e Espanha tiveram acesso a essa maravilha e com o passar dos anos, foram sofisticando o processo de criação do papel, possibilitando uma imensa diversidade de papéis quanto a textura, cores, maleabilidade, resistência, etc.
Curiosidades:
  • A FIBRA VEGETAL que foi citada no texto é a famosa CELULOSE. Além do papel, ela pode ser usada para a fabricação de tecidos (quando extraída do algodão, cânhamo, chita ou do linho).
  • Potencialmente, qualquer planta produtora de celulose é fonte de matéria-prima para a produção de papel.
  • Para produzir uma tonelada de papel são necessários em média, 24 árvores.
  • Atualmente, a produção de papel industrial utiliza duas espécies de árvores cultivadas em larga escala: o Pinheiro (pinus) e o Eucalipto, que é a espécie mais utilizada para do papel no Brasil.
Para mais informações sobre o processo de criação do papel, assistam este ótimo vídeo postado pelo canal SUSTINERE: https://www.youtube.com/watch?v=3sHYKJSq26w
Agora que você já sabe a origem do papel e como ele é feito, seja consciente, não gaste papel sem necessidade. O meio ambiente agradece!
Obs: O papel feito a partir de madeiras de reflorestamento ajuda a amenizar as práticas de desmatamento e ajuda a preservar as florestas naturais. Outra prática que atenua as problemáticas ambientais devido ao consumo de papel é a sua reciclagem, processo que ainda não ocorre de forma plena, inclusive no Brasil.